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Pela sua especificidade, dadas as características de "escola experimental", o Grupo Experimental passou
a contar com a ajuda de coordenadores de Curso (pré e 1º Grau), bem como de orientadores pedagógicos
e educacionais, para melhor garantir o bom funcionamento da Escola, no desenvolvimento de seus
objetivos.
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Neste período, foi implantado o Projeto do Curso de Educação Especial, destinado aos excepcionais
(Deficientes Mentais Educáveis), coordenado pela pedagoga e orientadora especializada, professora Maria
Aparecida Chinato; com esse curso, o Grupo Escolar Experimental foi a primeira escola estadual a criar a
Educação Especial para alunos excepcionais.
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Ainda perseguindo a grande meta, A CONTINUIDADE EDUCATIVA, a equipe Experimental passou a
trabalhar com testes das aptidões dos alunos, respeitando as características individuais, uma vez que a
aprendizagem convencional nem sempre representa o potencial da maioria, desenvolvendo atividades em
seus laboratórios de Música, Ciências, Matemática, Teatro e Artesanato.
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No período de 1974 a 1976, assumiu a direção a professora Clarice Mariano; nesta gestão, através da
Resolução do Sr. Secretário da Educação, em DOE de 06/11/1975, a escola passou a chamar-se "Escola
Estadual de Primeiro Grau Experimental Dr. Edmundo de Carvalho".
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Em 1977, a professora Maria Luiza de Souza assumiu a direção da unidade, dando continuidade ao
processo educativo; neste período são desenvolvidos projetos de implementação de propostas
curriculares, enfocando o problema da avaliação de currículo, do desempenho dos alunos, procedendo-se
às verificações dos comportamentos de entrada e saída, inicialmente em Língua Portuguesa e
Matemática, nas 1ªs e 2ªs séries do ensino de 1º grau, ampliando-se às 3ªs e 4ªs séries; para o
acompanhamento destas atividades, fez-se necessária a realização de um programa de capacitação
pessoal e de pesquisa em ação de todos os envolvidos.
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Em face das atividades desenvolvidas, a escola inclui em sua estrutura, como parte integrante ao Apoio
Técnico pedagógico, a Unidade de Acompanhamento, Avaliação e Controle de Projetos, em 1978; esta
Unidade, além de outros projetos, procedeu a atualização sócio-econômica da clientela, acompanhou a
implementação da proposta curricular de Geometria Experimental, elaborada pela equipe da Universidade
Estadual de Campinas, em convênio com PREMEM/MEC/IMECC/UNICAMP e objeto da programação da
Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas, referente a novos materiais para o ensino de
Matemática.
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Nesta época, tendo como meta a Organização Administrativa da Escola, é aprovado pelo Parecer do CEE
nº 1775/78, em 20/12/1978, o seu Regimento.
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Neste mesmo ano, o curso Básico de Adultos (1ª a 4ª série) que funcionava no prédio da Trol, localizada
na Rua João Ramalho, no período noturno, foi modificado e ampliado, passando a denominar-se Curso
Supletivo - modalidade Suplência I (1ª a 4ª série) e Suplência II (5ª a 8ª série), em nível de primeiro grau,
objetivando suprir a escolarização de adolescentes e adultos que não tiveram acesso a educação formal e
para aqueles que tiveram seus estudos interrompidos, orientando-os para uma educação permanente.
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Sob a direção de Maria Luiza, a Escola não apenas serviu de cmpo de aplicação aos materiais de ensino
produzidos pela CENP, como também forneceu o seu próprio pessoal para sua elaboração. Assim os
subsídios para implementação do Guia Curricular da Língua Portuguesa, Matemática, Educação Física
(1ªs a 4ªs séries) e Pré-Escola são de autoria (quase na totalidade ou parte dela) de professores de seu
quadro.
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