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Em 1939 quando foi criada a Escola de Aplicação ao Ar livre "Dom Pedro I", já sentia seu idealizador,
Dr. Edmundo de Carvalho, a necessidade de se promover mudanças no ensino então aplicado.
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Desde sua criação até 1955, quando através de Decreto foi substituída pelo "Grupo Escolar
Experimental", foram desenvolvidos projetos-pilotos, visando o aperfeiçoamento do ensino e que
justificaram, inclusive, a criação de um regimento próprio, dada a sua situação de escola experimental,
bem como se conseguiu a complementação das instalações existentes, até então bastante precárias,
a fim de se atender as necessidades da nova escola.
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A partir de 1961, a nova direção da professora Therezinha Fram ali encontrou o pré-primário e o
primário; a Escola ganhou novo impulso, novos elementos foram sendo incorporados à equipe de
trabalho e a hipótese fundamental do trabalho nela realizado foi o da "CONTINUIDADE DO
PROCESSO EDUCATIVO".
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Em 1963, numa justa homenagem ao seu fundador, a Escola passou a denominar-se "GRUPO
ESCOLAR EXPERIMENTAL Dr. EDMUNDO DE CARVALHO".
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Após longo e profícuo trabalho entre pais e mestres, em 1967, por Resolução do Conselho Estadual de
Educação, foi criado o "GINÁSIO PLURICURRICULAR EXPERIMENTAL", funcionando no Colégio
Santa Cruz, devido a um convênio firmado entre o Governo Estadual e a direção do referido
estabelecimento.
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Iniciava-se então, a grande meta da equipe do Experimental: A CONTINUIDADE EDUCATIVA e em
1970, foram administrativamente reunidas as duas escolas e, através do Decreto nº 52.488/70, criou-
se o "GRUPO ESCOLAR E GINÁSIO EXPERIMENTAL Dr. EDMUNDO DE CARVALHO".
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Neste mesmo ano a professora Therezinha Fram foi convidada para dirigir a Divisão de Assistência
Pedagógica, tendo assumido a direção a professora Maria Ignês Longhin de Siqueira que no período de
1970 a 1974, deu prosseguimento à meta iniciada por sua antecessora: A CONTINUIDADE
EDUCATIVA.
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